' Vere magnum habere fragilitatem hominis, securitatem dei. (Sêneca)
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Célula
Eu já não acredito na flor que cresce e morre, acredito mais na estrela e na sua incognitude. Passam os dias, mais pontos que viram reticências e a vírgula é o suspiro no meio do pranto. Mas, confesso, ainda espero a flor desabrochar para ti pois sou o cultivador que espera.
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